A Europa League 2025/26 é um verdadeiro laboratório para as equipes emergentes, onde o trabalho em equipe é um dos maiores diferenciais. Embora muitas dessas equipes não possuam as superestrelas que dominam os gigantes, elas têm se destacado pela força coletiva e a capacidade de se reinventar.
Na temporada de 2025/26, os clubes que apostaram no trabalho em equipe têm mostrado resultados positivos. A gestão coletiva de jogadores tem sido um tema recorrente em muitos clubes de médio porte, com técnicos como José Mourinho e Unai Emery promovendo a sinergia entre os jogadores para alcançar a vitória. Para mais sobre como o trabalho em equipe impacta o desempenho, confira este artigo sobre gestão esportiva da UEFA.
Trabalho coletivo como principal força
Equipes como Union Berlin, Real Sociedad, e Fiorentina têm mostrado que, quando bem treinadas, o conjunto é mais forte do que a individualidade.
A Union Berlin, por exemplo, tem uma defesa sólida e um ataque baseado em transições rápidas. O futebol do time gira em torno da estratégia coletiva, onde a movimentação sem bola e o trabalho de posicionamento são essenciais.
A Real Sociedad, por sua vez, aposta em uma defesa sólida e um meio-campo criativo. Seus jogadores trabalham constantemente para cobrir uns aos outros e garantir que o time se mantenha equilibrado durante as transições.
A tática de equipes emergentes
Essas equipes apostam em um jogo muito mais estruturado e baseado em compactação de linhas, contra-ataques rápidos e jogadas ensaiadas. A capacidade de fazer a transição entre defesa e ataque de forma eficiente é o que define sua competitividade na Europa League.
Essas equipes sabem que não podem competir de igual para igual com gigantes financeiros. Portanto, utilizam o coletivo para neutralizar ataques poderosos e explorar as fraquezas adversárias.
Técnicos como Rúben Amorim do Sporting CP utilizam uma pressão intensa combinada com passes rápidos para surpreender adversários mais fortes.
Destaques táticos
Equipes como Fiorentina e Braga têm trabalhado seus esquemas de forma mais intensa, apostando na rapidez e precisão de passes curtos, e no uso de alas velozes para desequilibrar adversários mais pesados.
O Braga, em particular, tem sido um exemplo de como a intensidade e a coesão coletiva podem transformar uma equipe de “meio de tabela” em uma verdadeira ameaça.
A Atalanta, conhecida pelo seu estilo ofensivo, utiliza a velocidade de Luis Muriel e Duvan Zapata para explorar as brechas das defesas adversárias.
O papel dos jovens
Mais de 30% dos atletas inscritos têm menos de 23 anos. Essa juventude traz velocidade, improviso e energia — mas também inconstância.
A competição serve de trampolim: nomes como Arda Güler, Kerkez e Ângelo Gabriel são observados por gigantes europeus.
Além disso, muitos desses jovens também têm papel fundamental na coesão do time. A juventude, aliada a um trabalho coletivo bem executado, se torna uma força formidável dentro de campo.
Conclusão
Na Europa League 2025/26, o poder do trabalho em equipe é o que separa as equipes menores dos favoritos. Enquanto os clubes mais ricos se concentram em grandes estrelas, as equipes emergentes mostraram que é o jogo coletivo que pode levá-las longe.
O futebol de hoje exige uma união de talentos para enfrentar as potências do futebol europeu. Se você quer entender mais sobre como o trabalho em equipe influencia o desempenho no futebol, confira esse estudo no The Athletic.




