Em um movimento que pode alterar os rumos comerciais da UEFA Champions League, a multibilionária empresa Anheuser‑Busch InBev (AB InBev) está em negociações exclusivas para substituir a atual patrocinadora, a Heineken.

Entenda o impacto:
- A Champions League não é apenas competição esportiva — é uma gigante de marketing internacional, com visibilidade global, direitos de transmissão e uma rede de parceiros que vai além do campo.
- Uma nova patrocinadora desse calibre significa contratos mais altos, novas ativações de marca, campanhas de marketing mais agressivas e possivelmente mudanças visuais ou de formato associadas ao torneio.
- Para os clubes participantes, isso pode significar maior receita de patrocínio coletiva, equipamentos de marketing mais amplos e exposição ainda maior nos mercados emergentes.
Perspectiva de negócios:
A entrada da AB InBev pode trazer inovação, como experiências de torcida, ativação digital, integração de bebidas/esportes em escala global — o que reflete como o futebol moderno está cada vez mais ligado a grandes negócios.
O que pode mudar: - O modelo de patrocínio tradicional pode dar lugar a “parcerias estratégicas” maiores e mais condensadas.
- Os clubes e fabricantes de material esportivo podem ter novas exigências de ativação de marca dentro do ambiente da Champions League.
Para o torcedor comum:
Mesmo que você não ligue para os bastidores, isso impacta o que você vê na TV, nos estádios, nas experiências de fãs — mais tecnologia, mais marketing, talvez mais “show” além do jogo.
Call to action:
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