A edição 2025/26 da Champions League marca uma mudança de paradigma. A inclusão de 36 clubes na fase de liga, ao invés dos anteriores 32 divididos em grupos, traz desafios e expectativas renovadas. Wikipedia+1
Mais jogos, mais adversários, mais possibilidades de surpresas — isso redefine o que significa “competir na Champions”.
O que muda?
- Fase de liga única com 36 times, em vez de grupos tradicionais de quatro.
- Cada clube enfrenta oito adversários diferentes (quatro em casa, quatro fora) — o que aumenta variabilidade e imprevisibilidade.
- Critérios de classificação alterados: os oito primeiros garantem vaga direta nas oitavas; do 9º ao 24º disputam play-offs eliminatórios; quem termina entre 25º e 36º é eliminado da Europa. Wikipedia
Impactos esportivos
- Equipamentos técnicos e design tático precisam se adaptar à diversidade de adversários.
- Clubes menores ganham maior chance de competir com gigantes — o que pode tornar o torneio mais democrático.
- A consistência ganha valor maior: errar um ou dois jogos já pode custar vagas.
Logísticas e calendário
Mais jogos significam maior desgaste. Viagens, rotações de elenco e preparação física são fundamentais.
Clubes de ligas menores precisam equilibrar entre competições domésticas e europeias — o que pode desequilibrar se não houver gestão adequada.
Efeito para torcedores e mídia
Para o púbico, mais jogos significam mais espetáculo, mas também risco de saturação. A chave será manter narrativa e emoção. Para a mídia, maior conteúdo, novos mercados e mais oportunidades de engajamento digital.
No Brasil, o alcance da competição aumenta — com maiores transmissões, mais plataformas e mais acesso.
Conclusão
O novo formato da Champions League 2025/26 redefine a competição. Mais clubes, mais chances, mais drama — é o futebol europeu entrando em nova era. Para quem ama o esporte, é tempo de ficar ligado: a mudança está em curso.




