A Europa League 2025 reafirma sua identidade como o torneio da resiliência.
Aqui, clubes que vivem à sombra dos gigantes encontram um palco para brilhar.
O Liverpool, de Jürgen Klopp, usa a competição para renascer.
Fora da Champions pela primeira vez em anos, os Reds transformaram a frustração em combustível.
Salah, Núñez e Mac Allister lideram uma campanha baseada na intensidade e na fé do torcedor de Anfield.
Na Itália, a Roma revive sua força europeia.
A dupla Dybala-Lukaku se entende como poucas vezes visto, e José Mourinho – ainda mestre do jogo mental – tem sede de mais uma taça continental.

O Sporting CP é a esperança portuguesa.
Sob Rúben Amorim, a equipa joga com audácia e organização.
A juventude de Gonçalo Inácio e a força de Pedro Gonçalves representam o melhor do futebol lusitano.
A Europa League é um espelho do sonho coletivo: provar que a glória não pertence apenas aos gigantes.
Em 2025, a emoção promete ser tão grande quanto o prêmio final – um bilhete direto para a Champions e um lugar na história.
Do lado português, o Sporting CP segue firme. Rúben Amorim encontrou o equilíbrio entre juventude e pragmatismo, e o clube lisboeta tornou-se uma força europeia em ascensão.
A Europa League é mais do que um “torneio secundário”: é um campo de batalha de ideias, estilos e sonhos. Em 2025, ela se consolida como o palco dos que acreditam que o impossível ainda é possível.




