Durante décadas, a UEFA Europa League foi dominada por clubes da Espanha, Inglaterra e Alemanha. Mas em 2025/26, uma nova tendência ganha força: o renascimento dos clubes do Leste Europeu. Times da Sérvia, Croácia, Polônia e República Tcheca estão conquistando espaço e respeito.
Os novos protagonistas
Entre os destaques, Dinamo Zagreb, Sparta Praga e Legia Varsóvia vêm fazendo campanhas consistentes. O Dinamo, por exemplo, aposta em jovens formados em sua academia e reforços vindos do mercado sul-americano. Já o Sparta combina disciplina tática e velocidade — um estilo que lembra os velhos dias do futebol tcheco.
O Partizan Belgrado, por sua vez, reaparece no cenário europeu com uma mistura de garra e técnica. Jogando em estádios lotados e sob atmosfera intensa, o clube mostra que ainda há espaço para o romantismo do futebol no Leste.
O segredo do sucesso
Esses clubes têm em comum um modelo financeiro sustentável e foco na formação de talentos. Com orçamentos muito menores que os gigantes ocidentais, compensam com coesão tática, intensidade e motivação. Além disso, o cenário político-econômico da região fez crescer investimentos locais em centros de treinamento e tecnologia esportiva.
O impacto na competição
A presença desses clubes aumenta a competitividade da Europa League. Jogos antes considerados “secundários” agora atraem grandes audiências. Para o público brasileiro, que acompanha a diversidade da competição, é uma chance de conhecer novas histórias e estilos.
Conclusão
A Europa League 2025/26 mostra que o futebol europeu está se descentralizando. O Leste volta ao mapa, não apenas como coadjuvante, mas como força real. E para os gigantes tradicionais, o recado é claro: o futebol moderno é feito de oportunidade — e o Leste está aproveitando todas.




